Sexta-feira
, 22 de Dezembro
2006 (23h30)
MINIBOX#1 @ MUSICBOX

Rua Nova do Carvalho, 24

Lisboa


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PORTABLE
live
M.SÁ
DJ set
NUNO BERNARDINO
DJ set



A Variz e a dupla Ballet Mecânico voltam a unir esforços para mais um "Mini" evento. Desta vez o destaque vai para a actuação ao vivo do sul-africano Portable (aka Bodycode). Com o seu tecno afro-futurista, Portable tem conquistado diferentes públicos, seduzidos pela suas composições e, sobretudo, pelas suas prestações ao vivo. Os DJ's M.SA (Variz, Tra$h Converters) e Nuno Bernardino (Ballet Mecânico) completam o programa deste MiniBox#1.




PORTABLE
aka BodyCode
[Süd Electronic / ~Scape]
Actualmente a residir em Lisboa, Alan Abrahams editou para selos como a Context e a Background Records antes de fundar a sua própria etiqueta, a Süd Electronic. Na influente editora alemã ~Scape (casa de Pole e Jan Jelinek) publicou posteriormente o CD/2xLP 'Version' e o 12" 'The San'.
Depois da recente digressão, que passou pelo Sonar e pelo Detroit Electronic Music Festival, na sequência do lançamento do seu àlbum de estreia como BodyCode pela Spectral Sound - Ghostly International, Portable regressa às edições pela Süd Electronic com o novo 12" 'Speak Out', precursor de um novo àlbum a sair em meados de 2007.
É um apreciado músico ao vivo - já partilhou palcos com gente como Juan Atkins, Matthew Dear, Farben ou Andy Vaz, com Akufen e Carl Craig no Fabric, e com Sutekh em várias cidades dos Estados Unidos.
Oriundo da Cidade do Cabo e de um dos seus mais pobres e complicados bairros, as bases do seu som podem ser encontradas em alguns pontos seminais da música que o rodeou enquanto crescia. A soul dos anos 80, o highlife africano, o hip hop da época, bem como os primeiros discos do house de Chicago são influências tão claras quanto absorvidas e reformuladas para um discurso próprio. Se os clicks & cuts orgânicos na linha de Sutekh lá estão, o registo de Portable destaca-se da maior parte das electrónicas ocidentais contemporâneas baseadas na fundação do house, manifestando uma dimensão futurista de África (que se via tanto em Afrika Bambaataa e no seu tripado reverb cortante, como em todas as escolas teológicas nascentes dos Nubios), plena de polirritmias e síncopas tanto encontradas em Fela Kuti como no mais digital dancehall contemporâneo, subvertendo o 4/4 clássico da house, mesmo que descendendo dele. E só se torce o nariz a esta descrição imaginando sobreposições «world music»-escas de mau gosto emocional e facilitismo etno se não se conhecer o resultado: o trabalho de Portable é uma hibridização extremamente conseguida e fluida de todas estas correntes simbióticas da música africana urbana e moderna das duas últimas décadas, onde gravações de campo encaixam em polirritmia afro electrónica e calimbas parecem respirar dentro de filtros no software de um laptop.
Sobre ele a revista Wire disse: "Quanto mais se ouve Portable mais nos arrastamos para as profundezas de um vórtice, mais difusas ficam as linhas que separam os sons reais dos samplados. As raízes de Abrahams são também teutônicas. Um paradoxo pós-colonial? Talvez Abrahams queria colocar o tecno no domínio do quarto-mundo, unindo o sul e o norte como uma inextricável solução binária de zeros e uns." Portable está num ponto de imponderabilidade perfeita: aborda o house como hipótese, aplica-se com afinco nos motivos rítmicos africanos e insufla o detalhe conquistado à electrónica (micro-sampling) alemã.
A música afro-futurista de Portable representa um equilibrio perfeito entre o cerebral e o físico, tal como as produções mais recentes de Ricardo Villalobos - ritmo ancestral transformado na corrente modernista do tecno.



Sexta-feira, 15 de Dezembro (23h)
OLARIA - Centro Cultural e de Congressos
Aveiro


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TRA$H CONVERTERS
DJ set





Sexta-Feira, 8 de Dezembro (22h30)
Out.Fest 2006 @ G.D. FERROVIARIOS
Barreiro


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PRODUCERS Concerto
MÉCANOSPHÈRE
Concerto
GALA DROP
Concerto
SAPIEN SAPIENS
Concerto
AQUAPARQUE Concerto

=


Sexta-Feira, 24 de Novembro
(22h30
)
Out.Fest 2006 @ CHAPELARIA
Barreiro


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PRODUCERS
Concerto
VÍTOR LOPES Concerto





Sábado, 25 de Novembro (23h)
ABADIA - R. Barão de Viamonte, 43
Leiria


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TRA$H CONVERTERS
DJ set



Variz
apresenta:


Sexta-Feira
, 17 de Novembro 2006 (23h45)
BAZAAR
- Cais das Pedras, 13
Porto


Sábado, 11 de Novembro 2006 (01h45)
Número-Projecta'06 @ CINEMA S. JORGE
- Av. da Liberdade, 175
Lisboa


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AKUFEN (DJ Set - Musique Risquée, CAN)




Marc Leclair, mais conhecido como Akufen, começou a sua carreira musical aos quatro anos, tocando órgão num centro comercial onde costumava ir com a mãe. Ficou convencido, desde então, que a música o tornaria um homem rico e famoso.
Entre as suas primeiras influências contam-se Philip Glass e Steve Reich, o que, combinado com a sua paixão pelo electro, o techno minimal e a música industrial, foi relevante quando criou a sua própria personalidade musical, que bebe tanto da experimentação com ruído, como das melodias pop. A sua primeira publicação, sob o nome de Noiz Slack-r, foi em 1995, para a editora Hybrid Structure, num magistral exercício de hard techno entrelaçado com suaves melodias e repleto de sentido de humor. O álbum não alcançou grande sucesso de vendas devido a uma distribuição deficitária, mas ainda hoje constitui um marco de referência.
Produziu depois para a Haute Couture Records, sob sucessivos pseudónimos: Juicebox, Reno Disco e David Scott. Apesar de ainda hoje editar com diversos nomes – como Horror Inc., Nefuka e Anna Kaufen – é como Akufen que tem recebido mais atenção crítica a nível mundial.
Nos primeiros anos, gravou para algumas das mais importantes editoras da Alemanha, tais como Perlon, Trapez, Background, Traum e Force Inc., dando decisivamente o salto para o formato CD com o álbum "My Way" (2002). Editou ainda no mesmo ano uma colecção de material inédito, em que desmonta o house e o techno, traduzindo-os em linguagem funky, sob inspiração de Giorgio Moroder e Steve Reich, na esteira do French house e do techno de Colónia. Publicou depois o single "Deck the House" com remixes de Herbert e Crackhaus.
Em 2005, saiu o seu segundo LP, intitulado "Musique pour 3 femmes enceintes", uma meditação experimental sobre o ciclo da gravidez, que Leclair apresentou na Tate Modern (em Londres) e em diversos festivais internacionais. Também no ano passado, estreou no festival Ars Electronica, com Gabriel Coutu-Dumont no vídeo, uma versão audio-visual de "Musique", integrada no projecto 5mm; este trabalho foi apresentado na 7ª Edição do Festival Mutek (Montreal, Canadá).
Leclair é ainda um dos responsáveis da etiqueta Musique Risquée, que editou nomes como Atom TM, The Rip Off Artist, Phillipe Cam, Crackhaus, The Mole, Stephen Beaupré, Trendsetter & the Followers e Bruno Pronsato. Recentemente, participou sob o pseudónimo Horror Inc. na famosa colectânea Superlongevity 4, da editora Perlon.



Domingo, 12 de Novembro 2006
Número-Projecta'06 @ CINEMA S. JORGE - Av. da Liberdade, 175
Lisboa

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23h30>
EROTIC SET (Multimedia Show): BODY>DATA>SPACE, UK (visuais) + BALLET MECÂNICO, FIN / PT (concerto)



Os BodyDataSpace reflectem acerca da integração entre o corpo humano, a tecnologia e o espaço, combinando pele, toque, afecto, amor e sexo numa visão transcendente. A caminho de novos territórios visionários, jogam com corpos que fluem através de paisagens sensuais, numa fusão erótica que mistura as energias femininas e masculinas, pólos sagrados comuns a todos os seres vivos em busca do amor. Através do recurso a software criativo, este grupo londrino integra dados oriundos do design, da arquitectura, da dança, do vídeo e do som em projectos colaborativos que envolvem sensorialmenente a audiência.
Os b>d>s> vão apresentar no Número-Projecta’06 conteúdos da sua mais recente criação colectiva – "skintouchfeel" – num VJ set interactivo que promete uma viagem espácio-corporal inesquecível.
Encarregues do som ficam os Ballet Mecânico projecto que surgiu no início de 2001 enquanto programa semanal na Rádio Oxigénio, em Lisboa, com a declarada intenção de promover algumas das correntes mais marginais da música electrónica.
Pouco depois a dupla composta por Nuno Bernardino e Jari Marjamaki (aka DJ Yari/Zentex) começou a ser convidada para actuar nalguns bares e discotecas da cidade. Cerca de 20 meses após a primeira transmissão, o Ballet Mecânico cessou a sua actividade radialista, mas continuou a apresentar-se enquanto duo de DJs e, mais raramente, enquanto live act. Tem participado em inúmeros eventos e festivais como o Finnfest, Semana da Internet (Festival Número), Maio na Europa, Festival em_Trânsito (Goethe Institute), Tour de Cologne e Festival Imago, ao lado de nomes como Thomas Brinkmann, TBA, Antalgic, Producers, Micro Audio Waves, Raum Für Projektion, Tim Elzer a.k.a. DJ [na:me], Tra$h Converters, Body Code, TAM e Lump e recentemente regressou à rádio com um programa semanal na Química FM. Enquanto duo de produtores, viu um tema seu ser incluído na banda sonora do filme Night Mode do duo alemão Graw Böckler editado no DVD Em Trânsito.
Ao vivo Ballet Mecânico apresenta música electrónica frequentemente minimal e ritmada, resultado de uma composição espontânea.




Sábado, 11 de Novembro 2006
Número-Projecta'06 @ CINEMA S. JORGE - Av. da Liberdade, 175
Lisboa


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01h45>
AKUFEN, CAN (DJ set) + VJ BATTLE (visuais)

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00h30> KIM CASCONE, USA (concerto)




Kim Cascone
formou-se na área da música electrónica no Berklee College of Music no início dos anos 70, tendo em 1976 prosseguido os seus estudos com Dana McCurdy na New School, em Nova Iorque. Nos anos 80, depois de se mudar para São Francisco e ter adquirido experiência enquanto técnico de som, Cascone colaborou com David Lynch como assistente e editor de som nos filmes Twin Peaks e Wild at Heart. Trabalhou ainda para a companhia Headspace de Thomas Dolby, e foi ainda director de conteúdos da Staccato Systems. Desde 1980, Cascone editou mais de quinze albúns, tendo trabalhado e tocado com Keith Rehberg, Oval, Scanner, Carsten Nicolai, Doug Aitken e David Toop, entre outros. É um dos co-fundadores da microsound e escreve para o Computer Music Journal e na revista Artbyte.
No Numero-Projecta'06 apresenta em concerto "Spectral Space" que explora a crescente densidade do material áudio na cultura contemporânea, caracterizada pela simultaneidade de estímulos. A tendência para a "densidade de conteúdos" é evidente em formas musicais e visuais como os vídeo clips, os anúncios televisivos, os jogos de vídeo e as músicas baseadas em samplagem, como o hip-hop e a electrónica. A omnipresença da cultura media tende a conferir uma sensação de segurança ao público consumidor contemporâneo, que se sente confortável rodeado por ruído e é incapaz de suportar o silêncio. Este desenvolvimento paradoxal do nosso sistema cognitivo faz com que tenhamos mais capacidade de assimilar e descodificar em simultâneo vários tipos de informação. "Spectral Space" parte destes dados para construir um campo sonoro em que o os diversos níveis de captação sensorial se misturam e colidem com a tessitura do ruído.


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23h00>
ADDICTIVE TV, UK (AV set)



Já com uma década de existência, este colectivo londrino congrega artistas audio-visuais, DJs e produtores, estabelecendo a ponte entre o universo da arte e a indústria de entretenimento nas suas múltiplas expressões (desde a pista de dança ao cinema de Hollywood). Os Addictive TV já apresentaram o seu trabalho, marcado pela experimentação audio-visual live, em diversos locais de renome internacional, como o Centre Pompidou (Paris), o National Theatre (Londres), o Clube Ageha (Tóquio) ou o Kabuki Theater (São Francisco).

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22h00> VICTOR GAMA , PT (concerto)



Além de compositor e performer, Victor Gama tem-se dedicado à concepção e design de instrumentos musicais inovadores, tendo iniciado nos anos 90 o projecto Pangeia Instrumentos, em que a forma se torna uma variável do processo de composição. Editou já um CD com o mesmo nome na Rephlex (editora de Aphex Twin) e tem vindo a desenvolver The Golian Modes Theory, que confere uma componente tridimensional ao processo de notação musical. Este seu mais recente projecto é baseado no "Bidimbu", um sistema gráfico de escrita oriundo da África Central (Congo e Angola) e inspirado tanto no cosmograma "Dikenga" como no "N’kizy", um objecto religioso utilizado para comunicar com o mundo dos antepassados.
Em 2002, com o objectivo de analisar os processos de resistência utilizados em África contra o imperialismo e encontrar modos de regeneração cultural, iniciou o projecto Odantalan em Luanda, uma residência artística que promoveu conferências reunindo músicos, historiadores de arte e líderes religiosos oriundos de Angola, Portugal, Colômbia, Cuba e Brasil. Em parceria com a ONG angolana ADRA/Bismas e a organização PangeiArt (fundada e dirigida pelo próprio Gama), iniciou o primeiro arquivo digital de música tradicional angolana, intitulado Tsikaya.
Formado em Engenharia Electrónica, Gama tem utilizado no seu trabalho tecnologias como CAD/CAM, laser stereolithography, injection molding e pulse cutting, em estreita colaboração com a Universidade de Loughbourough, a London Metropolitan University e o Rapid Prototyping Consortium do Reino Unido. Os seus instrumentos e instalações musicais já correram mundo, da América Latina aos Estados Unidos (onde colaborou recentemente com William Parker e Guillermo Brown no projecto de arte digital Folk Songs from the Five Points), de África à Europa (onde recebeu, a título de exemplo, o Project Development Award by Visiting Arts/British Council, pela sua exposição e performance na Ormeau Baths Gallery em Belfast, 2004).




Sexta-feira, 10 de Novembro 2006
Número-Projecta'06 @ CINEMA S. JORGE - Av. da Liberdade, 175
Lisboa

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00h>
ARTIFICIAL EYES, FR / US / AT (AV set)



Na estreia do AV set "Gimme Gimme Copyleft" durante o NÚMERO PROJECTA’06, o grupo copyleftist Artificial Eyes pede emprestado uma variedade larga de material – desde mashups áudio e vídeo recolhidos da Internet até ao "parte e reparte" licenciado da comunidade livre Creative Commons. Nadando contra a corrente actual do VJ’ing ou das actuações de cinema "ao vivo", Artificial Eyes usa o vídeo no sentido inverso, para criar e manipular o sinal áudio. Radicados em Istambul, são um grupo de artistas e programadores constituído por Michael Parenti, surfista exilado (Viena), Todd Thille, "esteta do som" (Los Angeles), e Pascal Lesport, designer (Paris). O grupo ambiciona aproximar o público da arte da Remistura Vídeo Live, através da criação e distribuição de interpretações audiovisuais originais da cultura contemporânea.

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23h00> BERNARDO DEVLIN, PT + ANDREW POPPY (concerto) + JULIA BARDSLEY
, UK (visuais)




Concerto de apresentação do álbum "August Rough". Uma colaboração única entre o cantor português Bernardo Devlin e o compositor-pianista britânico Andrew Poppy.
Bernardo Devlin foi co-fundador dos Osso Exótico, um projecto experimental que surgiu no final dos anos 80. Deixou o grupo em 1994 para se concentrar na sua carreira a solo. Produziu música para uma companhia de Teatro sediada em Berlim, onde viveu durante três anos. Produziu ainda música para filmes, curtas-metragens de animação e séries de televisão.
Explorou uma aproximação individual ao formato canção em "Albedo" (AnAnAnAnA, 1997) e "Circa 1999" (ExtremOcidente, 2003).
Andrew Poppy foi membro do fundador dos The Lost Jockey, uma orquestra de câmara londrina, escrevendo e interpretando música minimal no final dos 80. É dono de um extenso e eclético trabalho: música orquestral, três óperas e inúmeras produções de estúdio que exploram simultaneamente as fórmulas da Música Clássica e da Pop. Tornou-se conhecido internacionalmente com a edição de "The Beating of Wings" na ZTT Records (Art of Noise, Frankie Goes to Hollywood, Propaganda). Trabalhou em estúdio com diversos músicos pop e experimentais.
Muito recentemente, a BBC Concert Orchestra interpretou "32 Frames for Orchestra" no Queen Elisabeth Hall, em Londres.




Quinta-feira, 9 de Novembro 2006
Número-Projecta'06 @ CINEMA S. JORGE - Av. da Liberdade, 175
Lisboa

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00h30> LOOP POOL PING PONG: TRA$H CONVERTERS, PT (concerto) + GRAW BÖCKLER, DE (visuais)



A dupla de artistas de Colónia Graw Böckler (Raum für Projektion) criou o projecto "Loop Pool Ping Pong" convidando uma série de realizadores de curtas-metragens e de clips de música, VJs e artistas que trabalham com vídeo, para produzirem um vídeo loop. O resultado: 62 loops, por 69 artistas, de vários pontos do globo. Loop pool teve a sua estreia no 51º Festival Internacional de Curtas-Metragens de Oberhausen 2005 e foi já apresentado em Roterdão, Hamburgo, Colónia, Paris, Kaiserslautern, Vienna, Buenos Aires, Lisboa e Porto. Loop Pool Ping Pong contará com a actuação ao vivo de Tujiko Noriko e com o DJ set da dupla portuguesa Tra$h Converters. A apresentação contará ainda com o lançamento em Portugal do DVD que acompanha o projecto, publicado numa parceria entre Raum für Projektion e o Festival Internacional de Curtas-Metragens de Oberhausen.
62 vídeo loops por 69 artistas: Sookoon Ang, Olivier Babinet, Rosa Barba, Sonia Bender, Anna Berger, Sylvie Boisseau & Frank Westermeyer, Ulu Braun & Alexej Tchernyi, Mariola Brillowska, Wilson Brown, Sebastian Burdach, Daniel Burkhardt, Mariano Cassisi, Marie-Laure Cazin, Alan Cicmak, Cinc, Johanna Domke, Julieanne Easo,n Uwe Flade & Robin Sander, Markus Frohnhöfer, Niklas Goldbach, Goro, Graw Böckler, Christina von Greve & Carsten Schulz, Simone Häckel, Philipp Haffner, Simone Henneken, Matthias Hippler & Boris Kantzow, Andreas Hirsch & Helge Jansen, Eve Hurford, Timothée Ingen-Housz, Kotaro Tanaka, Kingababy, Michel Klöfkorn, Tessa Knapp, Thilo Kraft, Frau Kraushaar, Mario Lombardo, Dana Lürken, Yoshio Machida, Metronomic, Tobias Maria Muehlenbach, Aki Nakazawa, Astrid Nippoldt, Tania Parovic, Gregor Passens, Edgar Pêra, Roman Pompe, Rafaël, Billy Roisz, Deborah Schamoni, Andreas Schimanski, Bernd Schoch, Eva von Schweinitz, Martin Schwember, Erica Scourti, Solitonwave, Telematique, TIND, Franz Wanner, Karsten Wiesel, Susanne Winterling, Cora von Zezschwitz.


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23h30>
LOOP POOL PING PONG: TUJIKO NORIKO, JP (concerto) + GRAW BÖCKLER, DE (visuais)



A artista japonesa 'avant-pop experimental' Tujiko Noriko, nascida em Osaka, é comparada aos Múm e apontada frequentemente como a "Björk japonesa". A sua música consiste na repetição de camadas de "samples", batidas electrónicas e melodias, que vão sendo gradualmente adicionadas, em combinação com a sua voz. Canta em japonês e ocasionalmente em inglês. Gravou para a etiqueta austríaca MEGO e a para a alemã Tomlab. Em 2004, juntou-se a Peter "Pita" Rehberg para formar os DACM, que editaram o álbum "Stéréotypie". Actualmente, vive em Paris e produz também curtas-metragens experimentais.

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22h30>
JACOB KIRKEGAARD, DK (concerto + visuais)



É um dos mais promissores artistas europeus. Master em Media Arts, nasceu em Copenhaga e vive e trabalha em Colónia. Gravou com Philip Jeck e actuou recentemente ao lado de Fennesz, no Europa Festival. Estará pela primeira vez ao vivo em Portugal, numa performance visual e sonora onde vai apresentar os seus dois últimos trabalhos, editados pela etiqueta britânica Touch.
"Aion / 4 Rooms", o mais recente trabalho de Jacob Kirkegaard, evoca um dos maiores desastres da história da humanidade. Desafiando os limites da sua própria natureza e submetendo-se aos perigos inerentes a contacto com a radioactividade, construiu uma obra a partir do som gravado em Outubro de 2005 na "Zone of Alienation" da central nuclear de Chernobil. Devolveu depois o som à sala inicialmente utilizada como espaço de captação, voltando a gravar vezes consecutivas até encontrar o corpo necessário para uma massa sonora esmagadora, construída por camadas e sobretonalidades sucessivas. Do ponto de vista técnico, este processo reve-se inconfundivelmente na obra do compositor Alvin Lucier "I am siting in a room", de1970.
Duas décadas depois do desastre de Chernobil, Kirkegaard explora o fenómeno da radiação através do som, no silêncio dos quatro espaços radioactivos, com o intuito de desprender um fragmento de tempo que seja o do interior da respectiva zona.
"Eldfjall" é composto por gravações geo-térmicas, transportando-nos para o interior da Terra, mapeando os aspectos sonoros da actividade vulcânica e dos geisers no norte da Europa. Esta peça foi elaborada a partir da gravação dos sons naturais envolventes de Krisuvik, Geysir and Myvatn, na Islândia, que foram posteriormente processados ao vivo, numa atmosfera densa povoada por uma chuva de ruídos e estalidos caóticos e aleatórios.

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22h00> JOÃO CASTRO PINTO, PT (concerto)



João Castro Pinto é um artista sonoro e intermedia que tem vindo a desenvolver o seu trabalho, desde a segunda metade dos anos 90, nas áreas da música experimental electrónica/electroacústica e da relação dinâmica entre arte sonora e vídeo-arte em tempo real. Apresentou performances e realizou residências artísticas em países como os E.U.A., a Alemanha, a Áustria, a Itália e a Grécia. Conceptualizou e é director artístico do "Hertzoscópio" – Festival de Arte Experimental e Transdisciplinar que já conta com duas edições, realizadas em diversos locais do concelho de Oeiras. Colabora com vários artistas (nacionais e internacionais) de renome, em edições discográficas ou concertos, como por exemplo Koji Asano [JP], Tom Hamilton [USA], Karlheinz Essl [AT], Coti [GR], Anastasis Grivas [GR], Boris Hauf [AT], Bernhard Loibner [AT]. Foi laureado pelo concurso Jovens Criadores em 1999, com a Bolsa Ernesto de Sousa 2001 e com as Pépinières Européennes Pour Jeunes Artistes em 2002.
Vai apresentar "Medium Coeli", expressão latina que significa, literalmente, meio do céu. O nome pretende indicar que este local inexistente é uma realidade no interior de todos os seres humanos e que pode ser alcançado pela via da estimulação aural, representando uma espécie de estado para-sensitivo onde espaço e música se confundem no âmbito da percepção sonora. Esta performance sonora será baseada em captações recentes de ambientes concretos diversos e contraditórios (ambientes saturados vs. ambientes naturais / concretos vs. sintéticos). Os materiais serão analisados mediante uma re-contextualização meta-sonora através do uso de ferramentas de processamento áudio que serão operadas em tempo real, via interfaces midi. A audiência vai ser imersa num fluxo sonoro profundo, numa paisagem sonora delicada, que se reporta ao estado interior extático, na senda da aniquilação do ego.




Sábado, 4 de Novembro 2006
Número-Projecta'06 @ CINEMA S. JORGE - Av. da Liberdade, 175
Lisboa

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01h30> KATSUMOTO (concerto) + STOLEN IMAGES INC., PT (visuais)



Fernando Fonseca editou em 2002 o longa duração "Molo Domo Moto" como Katsumoto, pelo sub-selo da Shitkatapult, Source Code. Trabalha actualmente no próximo álbum, que tem por título "Mein Zimmer/Dream House", com lançamento previsto em Novembro. Após o concerto no NÚMERO-PROJECTA’06, Katsumoto iniciará uma tour de um mês por países da América Central e do Sul, juntamente com Zentex e Pedro Maia (Stolen Images, Inc.).
Pedro Maia é o responsável pelo projecto Stolen Images Inc., que pretende ser mais do que uma mera interpretação de filmes e imagens, procurando abranger não só o tradicional vj’ing, mas também as instalações de vídeo, os vídeos para concertos/performances e outras variantes artísticas. As Super 8 Series desenvolvem-se a partir da manipulação de uma base de dados visual (found footage) e inserem-se no contexto cultural contemporâneo, caracterizado pela mestiçagem do cinema com outras correntes artísticas. O acto criativo é assumido como remistura hipnótica, através da manipulação directa da frame, num diálogo com a componente sonora.


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00h30> BODYCODE, ZA (concerto + visuais)




Actualmente a residir em Lisboa, Alan Abrahams, que viveu em Londres entre 1997 e 2006, editou para a Context e a Background Records, antes de fundar a sua própria etiqueta, a Süd Electronic. Resultantes de uma graciosa fusão de ritmos tribais com a mais moderna sensibilidade micro-house, os seus álbuns como Portable na Background e ~Scape foram aclamados unanimemente pela crítica internacional.
É muito apreciado como músico ao vivo – esteve com Akufen e Carl Craig no Fabric, com Sutekh em várias cidades dos Estados Unidos, com Matthew Dear no Sonar em Barcelona e na festa dos vinte anos da “The Wire” em Paris. Em digressão, quando se apresenta num club, Abrahams é conhecido por procurar o som mais adequado ao espaço. O projecto Bodycode acaba, assim, por nascer desta necessidade.
Orientado para as pistas de dança, o seu primeiro trabalho, "The Conservation of Electrical Charge", prova que através do corpo é possível expandir a mente. BodyCode, aka Portable, é um notável perito na tarefa de nos fazer dançar, juntando melodias subtis a arranjos rítmicos cativantes que permanecem na nossa cabeça muito tempo depois de a pista de dança fechar.


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23h30> FENNESZ, AT (concerto)



Christian Fennesz nasceu e cresceu na Áustria e estudou música na escola de Belas-Artes. Nos meados dos anos 80 formou os Maische, uma banda de "noise-pop-rock" similar aos Sonic Youth ou My Bloody Valentine. Descontente com o percurso deste projecto, juntou-se nos anos 90 à cena techno de Viena, onde começou a produzir com o seu próprio equipamento, juntando à guitarra sons de síntese. David Sylvian deu a voz no seu álbum "Venice" e, por sua vez, Fennesz compôs a canção "A Fire in the Forest" do álbum "Blemish". Trabalha habitualmente com Ryuichi Sakamoto, com quem toca por vezes ao vivo, tal como acontece com Keith Rowe ou Peter Rehberg e Jim O’Rourke, no trio de improvisação Fenn O’Berg.
A música de Fennesz encontra-se na fronteira da música contemporânea: um meticuloso artista conceptual de computador portátil que tece melodias tangíveis e de calorosas guitarras, numa compactada sinfonia electrónica.
Fennesz usa a guitarra e o computador para criar um obscuro enlace de sons electrónicos com uma enorme e abrangente complexidade musical.


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22h00> TRON REMIX: RUI MIGUEL ABREU / DEUBREKA, PT (DJ + VJ) + "TRON" Steven Lisberger (Film remix)

Rui Miguel Abreu e o projecto Deubreka samplam um clássico da Disney e uma das maiores referências no universo da Ficção Científica no cinema. Em "Tron Remix", a linha narrativa é ignorada, exactamente como um produtor de Hip Hop descura arranjos originais quando utiliza excertos na construção de uma obra nova. Trata-se de uma viagem pelos pedaços significativos que ficaram impressos na memória de uma geração: a cor; a ingénua visão do universo dos computadores; as corridas de motas, como se fossem competições numa auto-estrada de informação objectificada. Às imagens – desconstruídas, aumentadas, cortadas, coladas, desfocadas, remontadas… - é depois acrescentada uma nova banda sonora que passará por muitos géneros e será apresentada em tempo real.



Sexta, 3 de Novembro 2006
Número-Projecta'06 @ CINEMA S. JORGE - Av. da Liberdade, 175
Lisboa

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00h30> NOVA HUTA + NEOANGIN aka Jim Avignon, DE (concerto + visuais)



Neoangin é Jim Avignon, pintor multifacetado e conhecido como o Andy Warhol de Berlim, já tinha uma carreira semi-séria enquanto artista quando decidiu ter uma banda, em 1997. Desde então, publicou diversos CDs sob o nome de Neoangin. Nunca parte em tournée sem um saco cheio de quadros e máscaras que usa para converter os palcos em que actua num colorido mundo de desenho animado neo-expressionista. Para o seu espectáculo multimédia analógico ele tem em reportório mais de 300 canções por onde escolher, o que faz com que nunca se veja o mesmo espectáculo mais que uma vez.
Günter Reznicek é Nova Huta. Um personagem único: ele, o seu teclado Casio e o que o próprio define como "datschadelic music". Um performer ao mesmo tempo investigador sonoro. Criador de imparáveis, geniais e subversivas canções que poderiam definir-se como 'chicle-robot-pop-disco-electro-dadá' e também um músico com uma larga bagagem dentro da experimentacão 'noise' e da electroacústica mais radical. O seu último disco, "Here Comes My Seltsam Voice" (editado pela editora portuguesa Variz), é uma festa, uma tómbola sonora com grandes doses de 'glamour' cosmopolita (cantado em três idiomas diferentes, inclusivé em portugués, por vocalistas que colocam a sua voz ao serviço do universo "datschadélico"), com as habituais pinceladas de 'casio-pop', 'lounge' robótico e 'disco-party' marciano.

Neoangin e Nova Huta conheceram-se em 1998, tinha Neoangin acabado de editar o seu segundo CD, "Music für danach", sendo Nova Huta nessa altura teclista na lendária banda de vanguarda Die Welttraumforscher. Desiludidos com as prestações das bandas de electrónica e dos músicos-laptop, tinham algo de 'cool', 'funky' e estranho em mente, algo que se pudesse ver e dançar... Na primeira tournée deixaram os laptops em casa e ofereceram ao público uma soberba mistura de cantarolice louca, "beatnikices" obscuras e danças criadas pelos próprios no mais puro "wildstyle", misturaram entretenimento e loucura. O público não os compreendeu na altura, mas compreende agora. Se há dois anos apresentaram no Lux-Fragil versões dos The Cure, desta vez trazem ao Cinema S. Jorge novas versões dos The Smiths!!? Os espectáculos (no mais profundo sentido desta palavra) deles são extraordinários pela mistura que neles se faz de entretenimento e insanidade.

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23h45> TAM, PT (concerto) + ANDRÉ SOUSA, PT (visuais)



TAM é um alter-ego de João Santos, produtor/DJ de música electrónica sediado no Porto. É autodidacta e começou por abordar as possibilidades oferecidas pela electrónica e pelo digital para concretizar as suas ideias, ou seja, construir melodias abstractas, tendo como base os sons dos instrumentos analógicos, trabalhados digitalmente numa fase posterior. Embora a influência de compositores como Erik Satie e Arvo Part seja notória, o trabalho de TAM pode relacionar-se também com o minimalismo digital contemporâneo de Taylor Deupree e Alva Noto. O seu EP, editado recentemente na etiqueta portuguesa Variz, é o exemplo perfeito destas considerações.

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22h00> HIPNÓTICA, PT + "THE FALL OF THE HOUSE OF USHERJean Epstein and Luis Buñuel (Filme concerto)



Regresso dos portugueses Hipnótica ao cinema e ao filme culto de Jean Epstein e Luis Buñuel The Fall of the House of Usher (1928), uma obra repleta de alegorias, visões surrealistas e cenários de melancolia e encantamento. A música dos Hipnótica parte do conceito de intemporalidade para se inspirar no conto de Edgar Allan Poe que serve de base ao filme, gerando uma sonoridade que, sendo assumidamente do século XXI, pretende abolir o abismo cronológico e alcançar o estado atemporal da arte.



Quinta, 2 de Novembro 2006
Número-Projecta'06 @ CINEMA S. JORGE - Av. da Liberdade, 175
Lisboa


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22h00> COOL HIPNOISE, PT (concerto) + DUB VIDEO CONNECTION, PT (visuais)



Apresentação única, integral e sem interrupções do novo álbum dos Cool Hipnoise, com título homónimo. Convidados como Sam the Kid, Regula, Tomás Pimentel e secção de cordas, Tora Tora Redux e Luis Simões são os amigos que ajudarão os Cool Hipnoise – definitivamente assumidos como uma banda de sete músicos – a recriar aquele que é o primeiro trabalho de originais gravado em seis anos. O NÚMERO-PROJECTA’06 associa-se a este muito aguardado regresso com um espectáculo que conjuga a mestria do groove com as imagens vídeo de João Carrilho.


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Quinta, 2 de Novembro 2006
NUMERO-PROJECTA'06 @ CINEMA S. JORGE
Lisboa - Av. da Liberdade, 175


11h45> RUI PREGAL DA CUNHA, PT (DJ set) + VIDEOMORPHOSE, PT + LISBON SPEKTRUM KORPORATION, PT (visuais)



Nascido em Macau, Rui Pregal da Cunha é um esteta. Gosta de música... quase toda. De coisas boas e bonitas. Bem feitas. Foi a voz e o rosto de uma das bandas mais emblemáticas da cena portuguesa, os Heróis do Mar, grupo que se impôs pela qualidade e inovação. Em 1990, com Paulo Pedro Gonçalves, forma um dos primeiros grupos nacionais pensados no contexto internacional, os LX-90, e mudam-se para Londres com os Kick Out The Jams. Regressou a Lisboa, onde, para além de designer e criativo, actua como DJ sempre que pode. Neste set, os visuais estão a cargo dos portugueses Videomorphose e Lisbon Spektrum Korporation.



Sabado, 28 de Outubro 2006 (23h)
EUROPA BAR DISCO
Lisboa - Rua Nova do Carvalho, 18 - Cais do Sodré

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BAMBI AND THE WOLF
DJ set
BANDIDOS DESESPERADOS DJ set


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Sexta-feira, 27 de Outubro
2006 (23h)
EUROPA BAR DISCO
Lisboa - Rua Nova do Carvalho, 18 - Cais do Sodré

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FADIGAZ DJ set
DANDY COWBOYS DJ set




FADIGAZ apresentará um DJ set exactamente igual ao dos bares da zona das docas de Lisboa, enquanto os DANDY COWBOYS irão tentar tramar isto tudo...

BAMBI & THE WOLF são Miguel Bonneville e Fernando Fadigas numa performance vocal acompanhado de um DJ set mergulhado no universo gótico e indústrial dos anos 80... uma antecipação à noite de Halloween.
Os BANDIDOS DESESPERADOS fugiram de uma casa ilegal de operações de mudança de sexo na Tailândia e ainda sem ter passado o tempo correcto para a total cicatrização, vieram parar a Lisboa e trouxeram consigo discos roubados e riscados de uma disco francesa incendiada no ano passado. Gostavam mesmo de viver num hotel de 5 estrelas, mas infelizmente têm que morar no Intendente. Usam sacos de plástico do CDS na cabeça porque têm vergonha de tudo isto.



Variz apresenta:

Sábado, 15 de Outubro (23h30)
INSOLITO
Braga - Av. Central

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CYLOB DJ set
TRA$H CONVERTERS DJ set



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Sexta-feira, 14 de Outubro
(23h)
PASSOS MANUEL
Porto - Rua Passos Manuel, 137

CYLOB
DJ set
+1 DJ set



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Quinta-feira, 13 de Outubro (23h)
CLUBE MERCADO
Lisboa -
Rua das Taipas, 8 - Bairro Alto

Festa de apresentação da programação do festival NUMERO-PROJECTA'06:

CYLOB DJ set
TRA$H CONVERTERS
DJ set
THRILL J ALFAIATE aka SID DJ set
GLAM SLAM DANCE DJ set
 


Chris Jeffs é CYLOB e Kinhesthesia, músico e produtor inglês activo desde 1993. A maioria da sua extensa discografia encontra-se na editora Rephlex de Aphex Twin e também na Breakin' Records de DMX Crew. Colabora frequentemente com Astrobotnia e Squarepusher e tem realizado concertos e DJ sets desde 1994 por toda a Europa, EUA, Japão, Austrália e Rússia.  
É um dos artistas mais activos da chamada IDM (Intelligent Dance Music) e Ambient-Breakbeat ao lado de nomes como Mike Paradinas (µziq), Aphex Twin, Squarepusher ou DMX Crew.
Recentemente tem exibido um estilo mais refinado em ambientes Tecno e Breakbeat, mas a sua fórmula contém fortes influências do 'Tecno industrial', "Beats" e "New School Electro".
A convite da Variz para a festa de apresentação do NÚMERO PROJECTA 2006, CYLOB apresenta-se pela primeira vez em Portugal com um DJ Set cheio de temas originais, manipulados ao vivo no seu Laptop.




Domingo, 8 de Outubro (20h15)
EXPerimenta Club'06
Madrid - La Casa Encendida, Ronda de Valencia 2


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TRA$H CONVERTERS
DJ set





Sabado, 7 de Outubro (24h)
CENTRO CULTURAL VILA FLOR
Guimaraes - Avenida D. Afonso Henriques, 701


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KATSUMOTO
Concerto
M.SA
DJ set
STOLEN IMAGES Visuais



Performances exploratórias de som, música e imagem, protagonizadas ao vivo por Fernando Fonseca (Katsumoto), em formato DJ por M.Sa (Miguel Sá) e visualmente por Pedro Maia (Stolen Images Inc.), três elementos de reconhecido mérito no panorama da música electrónica em Portugal que prometem animar a noite de 7 de Outubro no Café-Concerto do Centro Cultural Vila Flor.
Detentor de um currículo invejável, Fernando Fonseca editou, em 2002, o longa duração de Katsumoto “Molo Domo Moto”, pelo sub-selo da Shitkatapult “Source Code”. Actualmente trabalha no próximo álbum que tem por nome "Mein Zimmer/Dream House" e que será lançado no dia 19 de Novembro, na mesma data em que Katsumoto iniciará uma tour de um mês por países da América Central e do Sul onde terá por companhia Pedro Maia do projecto Stolen Images, Inc.
Miguel Sá é responsável, desde 2001, pelo projecto editorial Variz onde se divide em editor e produtor. É ainda DJ e músico, respectivamente, nos projectos Tra$h Converters e Producers, juntamente com Fernando Fadigas.
Pedro Maia é responsável pelo projecto Stolen Imagens que pretende ser mais do que uma mera interpretação de filmes e imagens, procurando abranger não só o tradicional vj’ing, mas também as instalações de vídeo, vídeo para concertos/performances e outras variantes artísticas.



Sexta-feira, 29 de Setembro (23h)
LEFT
Lisboa - Largo Vitorino Damásio, 3 F (Santos)


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TRA$H CONVERTERS
DJ set



Pulsar e Variz apresentam
MINI SESSIONS

Quinta-feira, 28 de Setembro (23h)
ZDB - Galeria Zé dos Bois

LISBOA - Rua da Barroca, 59


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SUTEKH Concerto
BALLET MECÂNICO Concerto
TRA$H CONVERTERS DJ set



O resultado de uma nova colaboração entre as produtoras Pulsar e Variz é apresentado na Galeria Zé dos Bois (ZDB) em Lisboa. Desta vez trata-se de Mini_Sessions com actuações ao vivo que revelam a diversidade e a minúcia da música do americano Sutekh e a electrónica de composição instantânea da dupla luso-finlandesa Ballet Mecânico. Os Tra$h Converters (M.Sá e Fadigaz) completam o programa com mais um meta DJ set.




SUTEKH

Seth Joshua Horvitz, nasceu em 1973 em Los Angeles, nos E.U.A. Em 1997 lançou o seu primeiro tema como Sutekh e desde então tem editado de forma consistente em editoras importantes como Soul Jazz, Leaf, M_nus, Backround, Force Inc./Mille Plateaux, Orthlorng Musork, bem como na Context, editora que criou em 1999. A sua impressionante discografia inclui 4 álbuns, cerca de duas dezenas de EPs, participações em compilações e várias remisturas (recentemente compiladas em "Born Again - Collected remixes 1999-2005").
Através da manipulação e abuso de computadores, samplers, sintetizadores, vários instrumentos acústicos e found sounds, Horvitz cria música diversa, do house e techno minimais a densas e dissonantes colagens noise. Actualmente a residir em San Francisco, Sutekh tem actuado ao vivo em contextos tão diferentes como festivais, museus e clubes em mais de 20 países espalhados por quatro continentes. Pela qualidade, originalidade e diversidade da sua obra, Sutekh é frequentemente apontado como uma figura de referência da música electrónica.




O Ballet Mecânico nasceu no início de 2001 enquanto programa semanal na Rádio Oxigénio, em Lisboa, com a declarada intenção de promover algumas das correntes mais marginais da música electrónica.
Pouco depois a dupla composta por Nuno Bernardino e Jari Marjamaki (aka DJ Yari/Zentex) começou a ser convidada para actuar nalguns bares e discotecas da cidade. Cerca de 20 meses após a primeira transmissão, o Ballet Mecânico cessou a sua actividade radialista, mas continuou a apresentar-se enquanto duo de DJs e, mais raramente, enquanto live act. Tem participado em inúmeros eventos e festivais como o Finnfest, Semana da Internet (Festival Número), Maio na Europa, Festival em_Trânsito (Goethe Institute), Tour de Cologne e Festival Imago, ao lado de nomes como Thomas Brinkmann, TBA, Antalgic, Producers, Micro Audio Waves, Raum Für Projektion, Tim Elzer a.k.a. DJ [na:me], Tra$h Converters, BodyCode, TAM e Lump e recentemente regressou à rádio com um programa semanal na Química FM. Enquanto duo de produtores, viu um tema seu ser incluído na banda sonora do filme Night Mode do duo alemão Graw Böckler editado no DVD Em Trânsito.
Ao vivo Ballet Mecânico apresenta música electrónica frequentemente minimal e ritmada, resultado de uma composição espontânea.





TRA$H CONVERTERS

A dupla Tra$h Converters, representa a faceta lúdica da editora Variz. Miguel Sá e Fernando Fadigas são dois dos rostos mais antigos na divulgação da música electrónica em Portugal; Através da editora/promotora VARIZ, do projecto PRODUCERS e dos TRA$H CONVERTERS - aqui reciclam o passado à luz do presente, indicando o futuro, com insólitos DJ sets Electro-Noise-Techno-Pop-Acid-House.
Apresentam-se regularmente em Lisboa, Leiria e Porto, tendo participado já em vários festivais internacionais.



Raum für Projektion e Variz apresentam
LOOP POOL

Sexta-feira, 15 de Setembro (23h)
ZDB - Galeria Zé dos Bois
Lisboa - Rua da Barroca, 59

Sábado, 16 de Setembro
(23h)
PASSOS MANUEL
Porto - Rua Passos Manuel, 137

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NOVA HUTA Concerto
BANDIDOS DESESPERADOS DJ set
TRA$H CONVERTERS DJ set
LOOP POOL 50 vídeo loops por 55 artistas



A dupla de artistas de Colónia Graw Böckler (Raum für Projektion) criou o projecto "Loop Pool" convidando uma série de realizadores de curtas-metragens e de clips de música, VJs e artistas que trabalham com vídeo, a produzirem um video loop. O resultado: 50 loops, por 55 artistas, de vários pontos do globo. Loops narrativos, documentais, hipnóticos, animados, misteriosos, minimais, decorativos, críticos, subversivos, hip, tristes, achados, artísticos, tecnozóides, desenhados, fotografados, mudos, barulhentos e muito mais, entre 6 frames e 10 minutos de duração. Todos duram para sempre. Os loops são musicados ao vivo por músicos e DJs.
Loop pool teve a sua estreia no 51º Festival Internacional de Curtas-Metragens de Oberhausen 2005 e foi já apresentado em Roterdão, Hamburgo, Colónia, Paris, Kaiserslautern, Vienna e Buenos Aires.
Para Lisboa e Porto, em parceria com a editora portuguesa Variz, Loop Pool contará com a actuação ao vivo de Nova Huta e com os DJ sets das duplas portuguesas Tra$h Converters e Bandidos Desesperados.
A apresentação contará ainda com o lançamento em Portugal do DVD que acompanha o projecto, publicado numa parceria entre Raum für Projektion e o Festival Internacional de Curtas-Metragens de Oberhausen.




NOVA HUTA

Günter Reznicek é Nova Huta. Um personagem único: ele, o seu teclado Casio e o que o próprio define como "datschadelic music". Um performer ao mesmo tempo investigador sonoro. Criador de imparáveis, geniais e subversivas canções que poderiam definir-se como 'chicle-robot-pop-disco-electro-dadá' e também um músico com uma larga bagagem dentro da experimentacão 'noise' e da electroacústica mais radical. Quiçá para o compreender melhor há que começar por situar Reznicek em Hamburgo, uma cidade que passará à história da música electrónica mais 'freak' por albergar essa enlouquecida micro-cena de retrofuturismo pop e agitacão sonora experimental que gira à volta de personagens tão singulares como Felix Kubin, a artista visual Mariola Brillowska, Gunter Adler, Tim Buhre (Klangkrieg, duo com Felix Kubin), o própio Reznicek e as editoras Gagarin Records (de novo Kubin) e Storage Records.
Antes de arrancar com o projecto Nova Huta em 1998, Günter Reznicek já tinha a trás de si uma larga carreira desde os finais dos 80's, trabalhando no campo da música concreta, compondo um grande número de peças sonoras combinando instrumentos acústicos (também é guitarrista) e electrónicos. Já tinha tocado em vários projectos de electrónica quando se apercebeu de que se deveria transformar em Nova Huta para proporcionar ao som muito especial que produzia a plataforma que este merecia. Em 1996 edita o seu primeiro CD como Reznicek: "Stube" (Odd Size, 1996). Ainda nesse mesmo ano edita com os Klangkrieg num LP conjunto, "Allergie und Gegenwelt" (Wachsender Prozess, 1996). Desde então colaborou activamente com Felix Kubin, Klangkrieg e Mariola Brillowska, pintora e artista multimedia com a qual trabalhou em filmes como "Las Vegas Show" o "Grand Prix D'Amour" (porno karaoke show).
Em 1998 inicia dois novos projectos: Nova Huta ('electro pop show lo-fi' via Casio) e